Alguém pode me dar uma camisa dessas?
Isso resume bem o meu dia a dia. Quem me conhece sabe que raramente estou sem um headphone no ouvido, muitas vezes sem tocar nada.
Pinto os cabelos de preto para os encontros amorosos e de branco para as reuniões de negócios.
Aristóteles Onassis
(na época dele fazia sentido, não mais)
Hoje no mundo existem 27 milhões de escravos
Correndo e Blogando

Este ano devo correr a meia maratona do Rio e minha primeira maratona completa, qual será ainda não sei. Gostaria muito que fosse a Maratona de Porto Alegre mas não tenho tempo o suficiente para estar preparado já em maio, me restam as provas que acontecerão no final do ano. A meia do Rio deveria acontecer no ano passado, mas uma lesão jogando rugby acabou com meus treinos e minha forma foi para o saco, tanto é que estou retornando aos treinos agora quase que na estaca zero. Resultado, nada mais de jogar peladas, rugby ou outros esportes extremamente propensos a lesões. Voltarei a postar com frequência sobre assuntos relacionados a corridas, muitos livros e treinamentos interessantes, além das provas que participarei. Esta foto é apenas um teste com o novo layout da pagina, ela foi tirada nas arquibancadas de um time do interior de Pernambuco, na cidade de Vitoria. Condições de segurança e sanitárias nenhuma, mas eu adoro campo de Várzea e fui prestigiar a derrota do meu time em mais uma pelada de um campeonato sem importância.
Barcos a Vela

Ainda não havia escrito nada sobre o assunto, mas cheguei a metade do meu curso de Barco a Vela, coisa que eu sempre quis ver desde que acompanhei com meu pai as corridas da Volvo Oceanic. Depois de deixar este projeto engavetado por vários anos, assisti por mais uma vez a largada da regata Recife - Fernando de Noronha (REFENO), ouvi algumas palavras de encorajamento e me decidi por fazer o curso.
Convidei meu grande amigo Dylan, meio gringo, meio brasileiro e gondoleiro profissional, que no primeiro dia de aula já tratou de ter insolação e queimaduras enormes nas costas. Quem sabe daqui a algum tempo não consigo fazer a REFENO? Agora já estou na metade do curso, que se dá no Cabanga, quem estiver interessado existem turmas começando todos os meses.
Exposição de José Cláudio

José Cláudio - Foto por Alexandre Severo
Tai um gênio da raça, e tenho o prazer de ter tanto ele quanto o filho como amigos. Esta semana no Museu do Estado de Pernambuco acontece a exposição em comemoração dos 60 anos de sua obra, mais feliz ainda do que te-los como amigos é conhecer a sua obra, algo espetacular que para mim esta no patamar dos grandes gênios. Uma explosão de cores que parecem ser a própria vida daquilo o que é pintado. Junto com a exposição, um belo livro.
José Claudio tem a mania de presentear os amigos com sua obra, não sei se ele tem idéia de sua própria importância mas nós amigos agradecemos. Tenho dois quadros dele, um pequeno que conta a história de um repente, e outro que foi dado a meu avô, e que por motivos óbvios foi proibido pela minha avó de ser pendurado em sua casa, eu só agradeço.
Juvenal e o Dragão - por José Claudio
(presente que foi me dado)
Matéria publicada no Terra Magazine: Um dos pintores mais importantes da arte brasileira contemporânea, José Cláudio integrou expedição à Amazônia em 1975, acompanhado por cientistas e pelo músico Paulo Vanzolini. Durante a viagem, entre outros, pintou as “Mulheres na beira do Rio Madeira”, em Novo Aripuanã (Amazonas), imagem reproduzida acima.
José Cláudio da Silva nasceu em Ipojuca, Pernambuco, em 1932. Começou a desenhar nos papéis de embrulho da loja de seu pai, Amaro Silva. Em 1952, interrompeu o curso de Direito, da Faculdade de Direito de Recife, e ingressa no Atelier Coletivo, da Sociedade de Arte Moderna do Recife, dirigido pelo escultor Abelardo da Hora.
Em 1957 participa da IV Bienal de São Paulo, que lhe confere prêmio de aquisição. Em 1975 pinta 100 óleos documentando aspectos da Amazônia. Fez essa viagem pelo Rio Madeira a convite do zoólogo e compositor Paulo Vanzolini, que costumava levar um artista em excursões à Amazônia (hábito dos cientistas mais antigos).
Um dos desenhos da série sobre a Amazônia foi levado pelo zoólogo americano Ronald Hayer para o Museum of Natural History, da Smithsonian Instituiton, Washington. Os quadros foram adquiridos pelo governador de São Paulo, Paulo Egydio, e se encontram hoje no Palácio Bandeirantes.
Trabalhou na Bahia com Mário Cravo, Carybé e Jenner Augusto; e em São Paulo com Di Cavalcanti. Estudou gravura com Lívio Abramo na Escola de Artesanato do Museu de Arte Moderna de São Paulo; Modelo Vivo e História da Arte na Academia de Belas Artes de Roma, bolsista da Fundação Rotelini (Itália).
Lançou os livros Viagem de um jovem pintor à Bahia e Ipojuca de Santo Cristo(1965), Bem dentro (1968)) e Meu pai não viu minha glória (1995).
Em 1992, foi um dos dez artistas brasileiros eleitos por uma comissão de críticos para fazer cartaz comemorativo dos 50 anos da chegada da Coca-Cola ao Brasil: “Coca-Cola 50 anos com arte”.
Em 2004, pintou um painel sobre festas populares de Pernambuco para o novo Aeroporto dos Guararapes. Reside em Olinda.
Sem nome - por José Cláudio
(Quadro censurado na casa de minha avó, e que agora é meu)
Rugby uma paixão

Primeira reunião com os amigos, do que pode ser um novo time de Rubgy de Recife. Algo competitivo dentro do Brasil, Band of Brothers, dispostos a levar e dar muita porrada. Gente que você pode olhar de lado na linha e contar como se fosse na guerra, amigos que querem conquistar o nordeste e brigar pelo Brasil. Só casca grossa.
Começando o dia com um açai
Kelly Slater e o Açai



