Se alimentando naturalmente - SlowFood

Parte de minha feira na www.comadrefulozinha.com.br
De um tempo pra cá dou prioridade aos produtos orgânicos na feira de minha casa, mas depois que descobri o site CumadreFlorzinha eu não preciso fazer nenhum esforço. No site são vendidos “alimentos orgânicos e agroecológicos do produtor direto para você, passando pelo respeito a natureza, ao agricultor e a sua família sobre as bases do comércio justo”. Frutas, verduras, frango, a feira chega na minha casa todas as sextas feiras sem maiores problemas.
É engraçado ver os alimentos em seu estado natural, como comentou um amigo meu “parecem produtos de granja”, e são. O tomate não terá o tamanho de uma melancia e sim seu tamanho natural, com seu sabor natural e na certeza eu não envenenará ninguém.
Tudo isso faz parte de uma associação sem fins lucrativos, da qual me associei, chamada SlowFood.
O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos fundada em 1989 como resposta aos efeitos padronizantes do fast food; ao ritmo frenético da vida atual; ao desaparecimento das tradições culinárias regionais; ao decrescente interesse das pessoas na sua alimentação, na procedência e sabor dos alimentos e em como nossa escolha alimentar pode afetar o mundo.
O Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, conjugando o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. Hoje conta com mais de 100.000 associados que formam e mantêm nosso movimento.
Índios Sateré-Mawé
O SlowFood Brasil participa ainda de diversos projetos de preservação, como a dos índios Sateré-Mawé, que são catadores de guaraná selvagem, proveniente de suas próprias reservas indígenas, obtendo assim um alimento sem agrotóxico, conservando as qualidades selvagens da planta e ajudando a cultura local.

Este movimento visa também acabar com a cultura do FastFood, dos alimentos congelados mortos, e da lavagem cerebral que sofremos da indústria alimentícia que se exime de responsabilidade social e ecológica.

Para entender melhor os problemas dessa indústria, e como isso nos afeta, recomendo a todos assistirem o filme Food Inc.
“Frangos com peitos maiores, artificialmente engordados. Novas cepas da bactéria letal E. coli. Alimentos controlados por um punhado de grandes corporações.”O documentário “Food, Inc.” retrata esses perigos e as transformações operadas na indústria alimentícia norte-americana, afirmando seus efeitos prejudiciais à saúde pública, ao meio ambiente e aos direitos dos trabalhadores e dos animais. Para saber mais link.
Aqui, uma matéria bem interessante sobre o movimento SlowFood no Brasil.
