
Minhas extensões saíram em mais alguns sites durante as últimas semanas, engraçado perceber o interesse em particular do povo alemão. Acho que eles tradicionalmente compartilham de uma filosofia de interfaces mais limpas.
De qualquer forma, obrigado a todos que divulgaram e se interessaram pelas extensões. Espero que elas tenham ajudado, assim como meus outros projetos que sempre disponibilizei ao longo dos anos.
Seguem os links de algumas das matérias que saíram sobre o assunto:
macworld.com - http://www.macworld.com/article/153134/2010/08/25safariextensions.html
lifehacker.com - http://lifehacker.com/5598524/whats-useful-in-the-safari-extensions-gallery
appstorm.net - http://mac.appstorm.net/roundups/internet-roundup/30-incredible-safari-extensions-available-now/
myapple.pl - http://myapple.pl/content/302-uaktualnienia-apple-safari-5_0_1-i-przewijanie-z-inercja-w-starszych-macbookach.html
apfeltalk.de - http://www.apfeltalk.de/wiki/index.php?title=Hauptseite
roodo.com - http://blog.roodo.com/appleseed/archives/13327149.html
Hoje no caderno de informática do Jornal do Commercio saiu uma matéria bem interessante escrita pela simpaticíssima Manuella Antunes sobre algumas extensões que fiz para o Sarafi e como fui contatado pela Apple para divulga-las. Mais tarde pretendo publicar um artigo que estou escrevendo onde aprofundo mais o porquê delas terem sido escolhidas e a importância que a Apple dá ao conceito de “experience the web”.

Estudante pernambucano emplaca em loja da Apple (link)
Publicado em 04.08.2010, às 07h29 Do Jornal do Commercio
Com objetivo apenas de atender demandas próprias, o estudante da Faculdade Integrada do Recife (FIR) Pedro Campelo Cavalcanti desenvolveu extensões para o navegador Safari, da Apple. Relacionados a envio de e-mails e ao YouTube, os aplicativos foram disponibilizados despretensiosamente na web. Mas aí vem a surpresa. Na última semana, parte dos produtos foram selecionadas para integrar a loja virtual extensions.apple.com.
“Foi bem inesperado. Estava em casa na semana passada e recebi uma ligação internacional. Quando atendi, era uma pessoa da Apple pedindo que eu fizesse alguns ajustes em três dos seis aplicativos que tinha disponibilizado na rede”, conta. Um dia depois, o Gmail This, o YouTube Wide e o Google Reader Compact estavam na loja virtual da empresa.
A primeira extensão compõe um e-mail do Gmail com o título e endereço da página em que se navega. Já a segunda permite a visualização dos vídeos do YouTube em widescreen padrão. A terceira, por sua vez, aproveita ao máximo a quantidade de informações que podem ser lidas em uma tela de computador pequeno na hora da leitura de notícias no Google Reader.
“Fiquei bastante feliz por ter sido o desenvolvedor com mais aplicativos selecionados para a abertura desta nova loja da Apple”, diz Pedro. Ele explica que teve a opção de cobrar ou não pelo download dos aplicativos, mas achou por bem não fazê-lo.
“Só o fato de as pessoas que baixarem qualquer um deles terem acesso direto à minha página já é muito bom.” Na primeira meia hora após a disponibilização, mil downloads haviam sido feitos. O site de Pedro é o www.pedrocc.com.

Eu costumo correr com fones de ouvido a muito tempo, mas ao que parece estamos sempre aprendendo. Nada do que vou escrever é cientificamente comprovado, é algo que descobri por acaso.
Uma vez ou outra durante os longões, eu percebia minha perna direita mais cansada que a esquerda, as vezes no primeiro quilômetro uma fadiga maior já acusava. Nunca entendi o porque disso e sempre atribui a pista em que treino, feita de muitas curvas para a esquerda.
O estranho desses momentos é que eu sempre estava acompanhado, apesar do roteiro ser o mesmo, existia uma pessoa ao meu lado com qual eu interagia durante toda a corrida, e por conta disso, estava sempre apenas com um dos fones de ouvido, a outra orelha ficava livre para eu ouvir a conversa.
Nos últimos treinos solitários um dos lados do fone quebrou, continuei correndo como faço quando acompanhado e estranhamente o mesmo cansaço excessivo em uma das pernas voltou. Fiz testes com fones, sem fones, com um fone… Quando estou com música em apenas um ouvido a minha corrida perde qualidade, algo desbalanceia no corpo, sua leitura muda ligeiramente. Não passo a correr de forma estranha nem nada parecido, mas percebo que durante um longo percurso isso é o suficiente para fazer diferença. Algumas pessoas podem não alterar em nada a sua corrida mas na dúvida faça como eu, ou corra com dois fones de ouvido em um volume baixo, ou corra sem nenhum.

Se você é como eu que usa uma caneca para tomar café, minha dica é a de antes de abastecer coloque-a com um dedo de água no micro-ondas por 2 minutos. Jogue a água fora e se sirva, a caneca que já esta quente irá segurar a temperatura do seu café até o final.

Eu gosto de flexibilidade nos pés, após a mão ele é órgão com mais terminações sensoriais do corpo humano e no entanto o escondemos durante todo o dia. Hoje corro muito descaço e acredito que por conta disso me tornei um corredor melhor. Correr descalço te obriga a corrigir a postura e pisadas por conta de sua natural necessidade de adaptar o exercício a uma zona de conforto.
Correr descalço nem sempre é possível, pregos, espinhos, cacos de vidro e até as bolhas que torturam os pés destreinados são os maiores motivos. Passei alguns meses até acostumar a sola do pé. Uma vez na semana eu fazia o meu treino mais leve enquanto o resto da semana eu usava meu tradicional tênis de corrida. Esse treinamento foi fortificando os músculos e tendões que antes não eram trabalhados, além de ir tornando a sola do pé mais resistentes ao piso que nem sempre é amigável. A surpresa de pisar em uma pequena pedrinha nos primeiros dias era bastante desagradável.
Hoje meus pés são fortes e já corri distâncias de 10km sem nenhum problema, porém sei que isso não possível em diversas ocasiões, pensando nisso pesquisei e encontrei informações sobre a “Vibram Five Fingers”. Esta companhia italiana, que fabrica os solados de diversas marcas famosas de tênis, resolveu criar sua própria linha especializada para quem quer proteger os pés apenas de cortes e ao atrito das corridas.

A Vibram, na tentativa de simular o máximo possível a pisada natural, conta até com compartimentos para os dedos. Entrei em contato através de do site americano e comprei dois pares. A numeração deles é super rigorosa, pois é algo quase sob medida, dentro do site eles ensinam exatamente como escolher o tamanho correto com testes que você pode fazer em casa.
Minha opinião após alguns meses de teste é a de que o controle dos movimentos do pé, a pisada, a flexibilidade continuam os mesmo de quando você corre descaço, no entanto o conforto geral é menor, inclusive do que um tradicional tênis. O estilo luva deste sapato é sempre algo diferente do que você esta acostumado a utilizar no dia a dia e são bem perceptíveis durante as corridas já que em nenhuma outra situação você tem tecido entre os dedos. Durante minhas corridas com eles, os olhares curiosos são frequentes.
Como a solução para uma pessoa que quer continuar com os movimentos de um pé descalço durante uma maratona, lugares com piso perigoso ou desconhecido, o Vibram é muito bom, falta ainda a empresa investir mais em acabamento e conforto (elementos como uma costura mais confortável, etc), no entanto é uma solução real para uma necessidade crescente entre os atletas.

Só agora me dei conta que a capa do livro Foundations of Computar Science é na verdade uma homenagem a série de literatura fantástica Discoworld. Engraçado que não vi nenhum lugar falando sobre esta referência.
Na série Discoworld, o mundo se encontrava em cima do casco de uma enorme tartaruga que se equilibrava sob 4 elefantes. Na verdade é uma grande piada mas para isso você vai ter que ler os livros. De qualquer forma a universidade de Stanford disponibilizou o livro completo em PDF. Vale a pena baixar. link

Depois de muito pesquisar, eis a equalização do Itunes perfeita para o seu Macbook Pro 2009/2010

Um serviço que já é mainstream, milhões de mensagens trocadas por dia, não possui nenhum modelo de negócios e continua “baleiando” frequentemente. A Google até tentou adquirir a companhia com a pretensão de ter uma resposta mais rápida e eficiente a análise de tendências para anúncios online, mas a oferta foi recusada. O Twitter não é uma empresa de propaganda, e ao contrário da gigante de buscas, não possui outros produtos que possam se valer de tais análises ou segurar seus prejuízos que já vem se acumulando.
A Google tem força para segurar empresas que perdem milhões de dólares mas são interessantes, como o Youtube por exemplo, que hoje é o maior ralo de dinheiro do conglomerado de serviços. Empresas grandes assim podem se dar ao luxo de possuir um serviço que não gere necessariamente capital financeiro. O Twitter por si só não pode. Enquanto tenta saídas sem muita pespectiva, como trending topics patrocinados, eu fico me perguntando quanto tempo, e quem será o gigante que irá comprar-los.
Com tanta demora, e os competidores criando ferramentas similares que, por hora, não fazem tanto sucesso, é a cara da Yahoo ou Microsoft quererem abraçar uma barca furada mais adiante.

“Idéias são fáceis. Implementação é difícil.” (link)
Interessante os motivos de rentzsch sobre o porque não utilizar Flash
It’s not about Adobe.
It’s not about Flash.
It’s not about cross-platform.
It’s about less code.
It’s about fewer crashes.
It’s about faster-than-C runtime.
It’s about faster development time.
It’s about distributed computing.
It’s about pervasive multicore.
It’s about REPLs and live software.
It’s about software that preemptively exposes my coding errors.
It’s about better software.

Essa é uma história interessante dentro da comunidade Ruby. Um artista auto entitulado de why the lucky stiff (aka @_why), responsável por um dos livros mais curiosos na área sumiu do mapa, pelo menos digitalmente. Além disso tirou do ar todos seus trabalhos e referências digitais. Ninguém nunca soube realmente qual o seu nome, mas a comunidade foi capaz de salvar o sua obra mais famosa, o livro “Why’s (Poignant) Guide to Ruby” (link). Uma mistura de arte e manual idealizada para gerar interesse nos jovens a estudar programação, o “Why’s (Poignant) Guide to Ruby” é musica, quadrinhos, humor nonsense e tutorial. Cada capítulo possui sua trilha sonoro, uma história com começo meio e fim imersiva.

A comunidade Ruby brasileira num esforço coletivo o traduziu (link), e aconselho a qualquer professor que queira aguçar a curiosidade de seus alunos conferir.
Sobre o desaparecimento de @_why, ele sempre fez o máximo para manter sua identidade em sigilo, tanto que ninguém sabe seu verdadeiro nome, e isso eu respeito. Mas retirar todo o material que produziu, inclusive com a ajuda de várias outras pessoas, foi um golpe duro naqueles que o acompanhavam. Não sei se por depressão ou na intenção de criar um mito em torno dessa coisa toda, mas o fato é que seu trabalho, apesar de tudo, continua vivo.
when you don’t create things, you become defined by your tastes rather than ability. your tastes only narrow & exclude people. so create.
why the lucky stiff